Maria do Socorro Costa de Oliveira

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"Simples, sincera e uma pessoa de muita fé". PROFISSIONAL: Professora há mais de 15 anos; Graduada em Língua Portuguesa pela Universidade Estadual do Ceará; Pós-graduada em Gestão Escolar; Experiências de docência na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e em gestão escolar; Diretora da EEF Antônio Alves Maia.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Cronograma

Data/CH

TP( Teoria e Prática)

Unid./ Título

Conteúdo

04/08/09 – 4h

Aula Inaugural

Apresentação do programa

Apresentação do matéria: Guia geral, TPs e AAAs.

11/08/09 – 4h

Guia Geral e TP3: Gêneros e tipos textuais

09 – Gêneros textuais: do instituitivo ao sistematizado

Seção 2: Gêneros textuais e a competência sócio comunicativa e classificação de gêneros textuais.

25/08/09 – 4h

TP3

10 – Trabalhando com gêneros textuais

As características de gênero literário e não literário. O gênero poético e suas formas de realização.

01/09/09 - 4h

Guia Geral

Projeto e portifólio

Estrutura do projeto e sugestões de tema. Orientações da construção do Portifólio.

15/09/09- 4h

Eixos e descritores

Leitura e compreensão de texto.

Produção de texto.

Avaliação diagnóstica de entrada.

22/09/09- 4h

TP3: Gêneros e tipos textuais

11 – Tipos textuais

Tipos textuais no processo de ensino aprendizagem: descritivo, narrativo, injuntivo, expositivo e argumentativo.

12 – A inter-relação entre gêneros e tipos textuais

A inter-relação entre gêneros e tipos textuais. A relação entre sequência tipológica em gêneros textuais.

29/09/09 – 4h

TP3 – Oficina 6

12

Texto – Composição: O salário mínimo.

06/10/09 – 4h

TP4 – Leitura e processos de escrita I

13 – Leitura, escrita e cultura.

14 – O processo da leitura.

Relações entre a cultura e os usos sociais e funções da escrita.

Implicações do conceito de leitura adotado para o ensino e aprendizagem. O ato de ler.

13/10/09 – 4h

TP4 e Guia Geral

13 e 14

Slides – Conceitos letramento e o ensino da língua portuguesa. Esclarecimentos sobre projeto.

20/10/09 – 4h

Oficina de projeto

Projeto exemplificando. Elaboração do esboço do Projeto.

03/11/09 – 4h

TP4 – Leitura e processos de escrita I

14 – O processo de leitura

Texto: Ampliando nossas referências. Implicações do conceito de leitura para o ensino e aprendizagem. O ato de ler.

10/11/09 – 4h

TP4

14 – O processo de leitura

Oficina 7

Texto: Cidadezinha qualquer. Carlos Drummond de Andrade.

17/11/09 – 4h

TP4

15 – Mergulho no texto

16 – A produção textual. Crenças, teorias e fazeres

Práticas de leitura e escrita no nosso cotidiano. Diversidade Cultural

Oficina 8

24/11/09 – 4h

TP5 – Estilo, coerência e coesão

17 - Estilística

Noção de estilo e objetivo da estilística. Componentes semânticos e morfológicos. Combinação das palavras na frase.

01/12/09 – 4h

TP5

19 – Coesão textual

Elementos lingüísticos. Mecanismos de coesão referencial e seqüencial.

20 – Relações lógicas no texto

Temporalidade e identidade na construção dos sentidos. As relações lógicas de construção de significados implícitos na leitura.

08/12/09 – 4h

TP6

21 – Argumentação e linguagem

Organização de textos argumentativos e suas soluções.

22 – Produção textual: Planejamento e escrita.

Fases de planejamento, escrita, revisão e edição.

Oficina 11

15/12/09 – 4h

TP6

23 – O processo de produção textual: revisão e edição

Produção textual, revisão e edição. Parâmetros de análises de textos.

24 – Literatura para adolescentes

Tendências na produção de uma literatura para adolescentes.

Oficina 12

22/12/09 – 4h

TP 1 – Linguagem e Cultura

2 – Variantes lingüísticas: desfazendo equívocos.

A interação pela linguagem constituída social e historicamente, criando e sendo criada por condições de uso. Distinção entre normas e usos da língua.

05/01/10 – 4h

TP2 – Análise lingüística e literária

5 – Gramática: seus vários sentidos

A gramática interna e o ensino produtivo;

A gramática descritiva e o ensino reflexivo.

A gramática normativa e o ensino prescritivo.

SUGESTÕES DE LEITURA

Língua Portuguesa. Conhecimento prático. Revita Nº 19 e 20. Escola Educacional.

Preconceito lingüístico. Marcos Bagno.

A linguagem de Eulália. Marcos Bagno.

Norma lingüística. Marcos Bagno.

Nada na língua é por acaso. Marcos Bagno.

Por uma pedagogia da variação lingüística. Estratégias de leitura. Isabel Solé.

O desafio de alfabetizar e tarar. Amália Simonetti.

Educação e mudança. Paulo Freire

Relatório - Mês de Dezembro

Os estudos do mês de dezembro se retomou a TP5, enfatizando as unidades 19 e 20 a primeira, refere-se a coesão textual e a segunda trata das relações lógicas do texto. No entanto enriquecemos o estudo realizando a oficina de nº 10 com a metodologia de trabalho em grupo, dois grupos analisaram um texto publicitário e os outros dois produziram um texto publicitário a partir de um objeto surpresa, os trabalhos foram socializados de forma criativa e na avaliação mais criativa foi o que produziu o texto, referente ao objeto surpresa ( Disco de Vinil).
Nos encontros realizados nos dias 11 e 12 respectivamente relacionadas aos estudos da TP6. Entretanto os dois últimos encontros presenciais debatemos as TPs 1 e 2, na TP1 enfocamos a unidade 2 que trata das variantes linguísticas: desfazendo equívocos, o debate foi polêmico, alguns cursistas ainda apresentavam dúvidas sobre a questão que foi o fio condutor do debate " Norma padrão" e "Norma cuta" são sinônimos? Somente depois de lermos algumas passagens do livro " Nada na língua é por acaso" de Marcos Bagno e apresentação de slides sobre o assunto as dúvidas foram esclarecidas. Já o encontro que ocorreu em 05/01/2010 o que estava em pauta era a TP2, no qual a gramática normativa e o ensino prescritivo foi a jurí popular. A cursista Maria do Carmo de Moura que foi designada a exercer o cargo de juíza e após ouvir a acusação, a defesa, as testemunhas e corpo de jurado, foi dado o veredito:
" Mesmo com a acusação sendo mais enérgica do que a defesa, de acordo com o juri, declaro a gramática normativa absorvida de qualquer pena, deixando-a livre para ser trabalhada juntamente com as demais variantes da língua".

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Relatório de Novembro

Relatório de Novembro

Retomamos aos encontros após a segunda fase da formação no dia 03 de novembro de 2009, continuando o estudo da TP4, enfatizando a questão do letramento, as leituras e atividades realizadas enriqueceram o debate, possibilitando uma analise sobre o ensino da Língua Portuguesa que os cursistas avaliarão com um texto coletivo destacando alguns pontos como: os conhecimentos sobre significado de leitura do texto, perceber que não eiste leitor passivo e que envolve procedimentos complexos, o significado e o papel do conhecimento prévio entre outros. Ainda em novembro iniciamos os estudos com a TP5 que trata do Estilo, Coerência e Coesão assunto este que os cursistas expressaram suas idéias e conhecimentos, alguns declararam que não tinham conhecimento da palavra idioleto. Depois dessa tempestade de conceitos exibimos slides com conceitos dos autores objetivando esclarecer algumas dúvidas, nesse encontro foi acordado que os cursistas fariam as leituras e atividades em casa socializando somente o avanço na prática, para agilizar o andamento do curso, ou seja, a aula presencial ficou direcionada para realizações das oficinas. Encerramos nosso encontro com uma avaliação oral na qual o encontro foi avaliado como produtivo, dinâmico e esclarecedor.

Relatório de Outubro

Relatório de Outubro

Os três encontros realizados este mês foram trabalhados a TP4 que trata da leitura e processos da escrita, enfatizando o letramento com as práticas de cultura local, tomamos como base o depoimento de Patativa do Assaré quanto as suas práticas de leitura que hoje é conhecido mundialmente sendo tese de estudos na França e o de Paulo Freire grande educador brasileiro conta como aprendeu a escrever quando criança. O que nos levou a refletir sobre a importância da escola considerar o conhecimento prévio dos alunos, propondo-lhes atividades desafiadoras que possibilitem utiliza-se do seus conhecimentos do mundo para solucionarem os desafios. Outro texto trabalhado foi Educar... Rubem Alves despertando nos professores a sensibilidade de conhecer a criança com quem estamos trabalhando, pois o nosso aluno é fundamental no processo ensino e aprendizagem. Realizamos também oficinas de projetos, analisando e discutindo os projetos, exemplificando contribuindo para que os cursistas entendessem o desenvolvimento do projeto, portanto em seguida pudessem elaborarem seus projetos. Onze escolas foram contempladas e seis projetos desenvolvidos. Conforme relação a seguir:

Projeto: CIRANDA DA LEITURA

Tema: incentivando a leitura e a escrita.

Duração: 30 dias

Ano de aplicação: 2009

Escolas: José Bizerra Lima, Erudina Nunes e Pedro Moreira de Souza.

Projeto: ESCOLA LIMPA – UM ATO DE CIDADANIA

Tema: Dialogando com a leitura e a escrita.

Duração: 6 meses

Ano de aplicação: Início novembro de 2009 e término em abril de 2010.

Escola: Antônio Alves Maia

Projeto: VIAJANDO PELO MUNDO DA LEITURA

Ano de aplicação: 2009

Escolas: Antônio Alves de Oliveira, Benedito Gomes de Lima e Climério Josino Maia

Projeto: LER COM PRAZER

Duração: 1 ano

Ano de aplicação: Novembro de 2009 a novembro de 2010

Escola: Padre Jose Augusto Regis Alves

Projeto: GÊNEROS TEXTUAIS E LEITURA NA ESCOLA

Tema: Incentivo a leitura

Duração: 1 ano

Ano de aplicação: Ano letivo de 2010

Escolas: Maria Santa Freire e Acelino Maia

Projeto: LER E ESCREVER É SÓ QUERER

Tema: Incentivando a leitura e a escrita.

Duração: 1 ano

Ano de aplicação: Novembro de 2009 a dezembro de 2010

Escolas: Francisco Martins de Souza..

Portanto estamos otimistas que o ano letivo de 2010 será o ano base para colocarmos em prática todo nosso aprendizado do GESTAR II, acreditando que o ensino e a aprendizagem dará um salto de qualidade.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Relatório - Mês de setembro

Como formadora percebo a cada encontro realizado que, os cursistas demonstram interesse e como estavam com dificuldades em relação a elaboração do projeto e portfólio. O primeiro encontro do mês de setembro trabalhamos os passos do projeto, mas os cursistas ainda apresentavam algumas dúvidas como: De que forma envolver toda escola no desenvolvimento do projeto? O tema do projeto tem que esta relacionado a leitura e a escrita e/ou podemos trabalhar o tema relacionado ao meio ambiente, enfatizando a leitura e a produção de texto; com ajuda da coordenadora municipal e da formadora Guiana, essas dúvidas foram solucionadas e tanto que a maioria dos cursistas já elaboram o esboço do projeto.
Outro assunto bastante discutido foi a aplicação diagnostica de entrada, discutimos os descritores, como seria a aplicação e a consolidação dos resultados. Os cursistas apresentam um bom embasamento teórico que facilita o trabalho com as oficinas tanto na oficina 5 que enfocava a unidade 10 da TP3, como a 6 que abordava a unidade 12 da mesma TP, os trabalhos foram ótimo, principalmente os argumentos enumerados pelo grupo que defendia o texto composição: O salário mínimo ( Jô Soares) não se tratar de um exercício escolar. No entanto é assim que procuro conduzir o curso mediante as dúvidas que surgem. Caso não tenha condição de solucioná-las busco ajuda, com essa perspectiva de trabalho o GESTAR II com certeza dará bons frutos.

sábado, 26 de setembro de 2009

Relatório - Mês de Agosto

Área de Formação- Língua Portuguesa

Formadora Cursista - Maria do Socorro Costa de Oliveira

Coordenador da área LP - Prof: Dioney M. Gomes

Número de cursistas - 25

Formadora – UNB - Guiana de Brito Sousa Izaias

Município/Estado - Tabuleiro do Norte, Ceará

Relatório do mês - Agosto de 2009

Dentre as atividades realizadas durantes os encontros deste mês: dinâmicas, leituras, trabalho de grupo, apresentações e aplicações das atividades práticas, enfim os momentos compartilhados foram positivos para o nosso aprendizado

Vale ressaltar que surgiram algumas dificuldades principalmente no que se refere à prática, mas que já foram superadas.

Quanto as apresentações dos trabalhos, os cursistas foram muito criativos e demonstraram domínio nos conteúdos abordados. Estão com dificuldades, na elaboração do projeto e do potfólio, mas considerando o esforço e o otimismo da turma e com a nossa mediação no decorrer do processo serão superadas. Como formadora procuro contribui com os cursistas, tirando as dúvidas , enriquecendo as discussões e incentivando-os a compartilhar saberes e a superar dificuldades, ou seja , a troca de experiências, o que possibilita a interação e fortalecimento do grupo na busca conhecimento para melhoria do ensino - aprendizagem.

Relatório - Aula Inaugural

RELATÓRIO

Aula Inaugural

Na qualidade de formadora de Língua Portuguesa, do Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - GESTAR II, percebi na nossa aula inaugural o compromisso dos cursistas em relação ao programa. O primeiro momento foi marcado pela dinâmica de apresentação. Logo em seguida houve a apresentação e entrega de material e discussões sobre o andamento do curso.

O conhecimento do material didático, principalmente do Guia Geral e das TPs, possibilitou trocas de informações houve algumas polêmicas por parte de alguns docentes que não estavam dentro dos critérios estabelecidos pelo MEC, reinvindicando o direito de fazer o curso o que foi resolvida juntamente a coordenação do município.

A avaliação do encontro foi de esperança e expectativas e bastante positiva. Acredito que o Gestar veio revolucionar ou por que não dizer (re) inventar o processo de ensino e aprendizagem e, é nessa perspectiva de quem tem sede de saber que pretendo conduzir minha turma de Língua Portuguesa, procurando instigar o que posso e mediando o conhecimento. Orientando-os que se utilizem da metodologia do Gestar para transformar sua práxis e consequentemente, melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem. Concluo com um pensamento de Henfil que diz: “Não é o desafio com que nos deparamos que determina o que somos e o que estamos nos tornando, mas a maneira com que respondemos ao desafio.”